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O que grandes autoras falam sobre alfabetização e letramento

Você sabe quem são os principais pensadores sobre o processo de alfabetização e letramento, as diferenças entre eles e como eles podem te ajudar?

Diante à tantas teorias e métodos de práticas de alfabetização, muitos professores não sabem qual prática seguir em sala de aula, optando pelo método tradicional, pois é o mais conhecido e usado, mesmo quando este método tadicional não é considerado a forma de ensino mais significativa.

Pensando em auxiliar o docente, traremos a seguir algumas das principais teóricas e seus principais pensamentos sobre o processo de Alfabetização e Letramento:

Leda Tfouni: Para a autora existem dois intendimentos para alfabetização: “um processo de aquisição de habilidades requeridas para a leitura e a escrita. Ela explica que do ponto de vista sociointeracionista, a alfabetização, enquanto processo individual, não se completa nunca pois a sociedade está em constante mudança.

Emilia Ferrero: O princípio de que o processo de conhecimento por parte da criança deve ser gradual corresponde aos mecanismos deduzidos por Piaget, segundo os quais cada salto cognitivo depende de uma assimilação e de uma reacomodação dos esquemas internos, que necessariamente levam tempo. É por utilizar esses esquemas internos, e não simplesmente repetir o que ouvem, que as crianças interpretam o ensino recebido. No caso da alfabetização isso implica uma transformação da escrita convencional dos adultos. Para o construtivismo, nada mais revelador do funcionamento da mente de um aluno do que seus supostos erros, porque evidenciam como ele “releu” o conteúdo aprendido. O que as crianças aprendem não coincide com aquilo que lhes foi ensinado.

 

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Cecilia Paulina Braslavsky: Se analisarmos a prática das salas de aulas constatará o que nos trouxe Braslavky, que o método de ensino formaliza-se realmente no cotidiano da sala, entre a interação do professor e do aluno. Todavia cabe o professor, a partir de seus pressupostos teóricos e através de sua sensibilidade, utilizar fundamentalmente de sua autonomia, condições essas que sem as quais a educação formal não se realiza com competência.

Ana Teberosky: O professor deve se basear no momento inicial de aprendizagem de cada aluno, verificando o que ele conquistou em determinado período. Além do mais, a avaliação passa pela análise do próprio trabalho: o professor tem condições materiais e estruturais para ensinar? Ele criou um ambiente alfabetizador favorável à aprendizagem e necessidades de usar a língua escrita?

Ao conhecer sobre alguns dos principais teóricos de alfabetização e letramento, o educador já pode escolher qual prática se alinha mais aos seus princípios e realidade da sala de aula, e a partir daí, se aprofundar em atividades que auxiliem o sucesso escolar.

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